Felipe Melo projeta evolução no Palmeiras e elogia Luxemburgo

O jogador elogiou o treinador e também comentou sobre ter assumido a braçadeira de capitão da equipe

(ESTADÃO CONTEÚDO) – Felipe Melo projetou evolução em sua nova posição no Palmeiras. O volante virou zagueiro em 2020 após ter conversado com o técnico Vanderlei Luxemburgo. No primeiro teste da temporada, o jogador atuou como titular na partida contra o Atlético Nacional que terminou empatada sem gols – o Palmeiras venceu nos pênaltis por 10 a 9. Depois do duelo, ele elogiou o treinador e também comentou sobre ter assumido a braçadeira de capitão da equipe.

“Difícil dizer em qual (posição) é mais difícil. Tudo é muito treinamento, é pática. É como dirigir um carro, você vai dirigindo e ficando bom. Claro que com muita prudência e muita responsabilidade. Mas a gente chama o Luxemburgo de professor porque ele nos ensina. Estou na mão de um dos melhores treinadores da história do futebol, e a tendência é melhorar”, projetou.

Felipe Melo também analisou as mudanças na função e lembrou que já atuou até como goleiro. Na ocasião, o jogador defendia o Galatasaray, da Turquia, e teve de ir para o gol depois de o uruguaio Fernando Muslera cometer pênalti e ser expulso nos minutos finais. Ele defendeu a cobrança de Türkdogan, e o Galatasaray venceu por 1 a 0.

“No meio de campo, tem que combater a todo momento. Na entrevista que o Luxemburgo deu, ele falou que não é que eu não possa jogar no meio de campo, mas que ele vê como um momento importante em que eu possa ajudar. Já joguei de atacante, zagueiro, lateral, meio-campista, inclusive de goleiro e peguei um pênalti. Agradeço a oportunidade de começar o ano jogando, como capitão da equipe. Não importa sua idade, você tem sempre que aprender”, disse o atleta de 36 anos.

O agora zagueiro ainda minimizou ter sido escolhido para usar a braçadeira de capitão. Até o ano passado, o volante Bruno Henrique era a primeira opção para ser o capitão do Palmeiras.

“Foi passado, eu me sinto feliz. Mas vou ser bem sincero: já me sentia capitão da equipe. Capitão não é aquele que leva a braçadeira. O Bruno Henrique não deixa de ser capitão da equipe, o Dudu e Gustavo (Gómez) também não deixam. Somos vários homens que temos esse espírito de liderança e carregamos os demais. Normal”, afirmou Felipe Melo.

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