Família Lyrio recebe da câmara de vereadores em São Mateus ES votos de pesar pelo falecimento de dona Thêda

07:32 h

Representando todos os familiares, os irmãos Carlinhos Lyrio e Horaldo Lyrio Filho receberam do Poder Legislativo, na sessão solene da última terça-feira (19), a Moção de Pesar 007/2019, pelo falecimento da mãe deles, Thêda Pirola, assinada pelos vereadores Jorge Recla, Jerri Pereira, Ajalirio Caldeira, Antônio Luiz Cardoso, Aquiles Moreira, Doda Mendonça, Francisco Amaro, Jozail do Bombeiro e Paulo Chagas.

“É com muita tristeza que apresentamos esta Moção com a finalidade de manifestar o nosso pesar à família da Sra. Thêda Pirola, em virtude do seu falecimento, no último dia 07 de março. Não poderíamos deixar de manifestar nosso reconhecimento pelos seus relevantes serviços prestados em prol da saúde no município de São Mateus, disse o presidente da Câmara, Jorginho Cabeção”.

“A gente tá aqui hoje numa missão, um misto de alegria e de saudade, recebendo essa homenagem póstuma à nossa mãe. Eu e meus irmãos temos grande satisfação de saber que fomos gerado naquele ventre. A lição mais importante que ela deixou para a gente foi a alegria em servir”, lembrou Horaldo.

BIOGRAFIA

Natural do interior de São Mateus-ES; filha de Ângelo Pirola e Genebra Pontara, Dona Thêda foi casada com Horaldo Lyrio com quem teve 08 filhos (Maria da Conceição Lyrio da Silva, Benedito Lyrio, Maria Ignez Lyrio Bonomo, Miguel Arcanjo Lyrio, Horaldo Lyrio Filho, Maria da Glória Lyrio Nascimento, Maria de Fátima Lyrio Foresti e Carlos Alberto Lyrio), os quais lhes presentearam 22 netos, 32 bisnetos e 2 trinetos.

Thêda Pirola foi costureira desde 1946, profissão que exerceu até 1969. A partir daí desempenhou a função de Auxiliar Médico no ambulatório de tuberculose de São Mateus. Posteriormente foi contratada pela Fundação Hospitalar do Espírito Santo e IESP – Instituto Estadual de Saúde Pública do Espírito Santo, como Agente Local e Auxiliar de Serviços Médicos, para combate, controle em erradicação da tuberculose no município de São Mateus, tendo se aposentando em 1995.

No desempenho de suas funções, sua principal missão era atender a todos com cordialidade, discrição e sigilo, acompanhando os pacientes da forma mais eficaz possível, para que não ocorressem contaminações nem paralisação do tratamento. Tratava com respeito e dignidade todos os doentes tuberculosos, que a procuravam, trabalhando além de seu horário funcional, deslocando-se, por muitas vezes, à casa de doentes para verificar “in loco”, se os pacientes, principalmente os mais pobres, estavam usando os medicamentos corretamente, tendo conseguido ajudar, com insistência e solicitude no trato pessoal para o controle da doença a níveis baixíssimos e dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Saúde.

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